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16/11/2018

Título de 'Cidadão Felipense' gera polêmica na Cidade


Prefeito de Apodi, Alan Silveira e Carlos Suelington Nogueira foram alguns dos indicados. Para moradores de Felipe Guerra, homenagens são injustificadas.

Uma das principais honrarias do Poder Legislativo de Felipe Guerra é a entrega do Título de Cidadão Felipense. O critério para conceder a homenagem é a relevância dos serviços prestados a cidade. População diverge sobre a concessão. Alguns entendem que houve banalização do título.

Pelo regimento interno da Câmara Municipal de Felipe Guerra, cada vereador pode fazer até duas solicitações de títulos de cidadania por ano. A entrega da honraria é votada em plenário. Cidadãos criticam a postura tomada por alguns vereadores, já que algumas pessoas que recebem o título não tem nenhuma vinculação com a cidade e nem sequer prestaram serviços a comunidade.

De acordo com o locutor Marcio Costa, que se posicionou através do seu Facebook e em vários grupos de Whatsapp, não há mais respeito para a entrega de títulos de cidadania. Segundo ele para ser agraciado com o titulo, é bom ser amigo de um vereador ou ter algo como riquezas para servir de troca em pleitos municipais.

Já para Jeickson Duarte, outro cidadão inconformado com algumas concessões de títulos esdrúxulas, disse: “A concessão do título honorário de “Cidadão” de um Município pela Câmara de Vereadores, deve ser bem analisada, estudada e explicada com detalhes, não só aos pares (Vereadores), mas à sociedade local como um todo. Quando a Câmara Municipal outorga um título de cidadania honorária, ela está equiparando o homenageado a uma pessoa nascida no Município, e distinguindo-a com especial destaque no cenário sócio-cultural-administrativo e até religioso da comunidade”. Explicou Jeickson Duarte em sua pagina do Facebook.

Dentre os que receberam o título de Cidadão Felipense na noite de ontem e causou discussão principalmente nas redes sociais, foi o prefeito Alan Silveira, da vizinha cidade Apodi. Muitos internautas ironizaram a honraria entregue a ele, pelo fato do Prefeito Alan Silveira recentemente ter negado ajuda ao município de Felipe Guerra, quando no período da cheia do rio Apodi-Mossoró, Felipe Guerra ficou sem ter onde descartar o seu lixo.

Entenda a questão:

O município de Felipe Guerra faz fronteira com Apodi, por este motivo Felipe Guerra sempre desenvolveu uma política de boa vizinhança, emprestando maquinas, ambulância, cortando terras e colocando carro pipa em comunidades que fazem parte do Apodi.

Pois é, quando Felipe Guerra precisou da reciprocidade, foi negada. 

No período chuvoso do inicio deste ano, a cheia rio Apodi-Mossoró bloqueou o acesso a área onde o município de Felipe Guerra realiza o descarte do lixo coletado na cidade. Pelo fato de Felipe Guerra sempre ter realizado uma política de boa vizinhança com Apodi, foi solicitado apoio no sentido de colocar o lixo de Felipe Guerra na área de descarte do Apodi, até as águas baixarem e desbloquearem o acesso a área de descarte utilizada por Felipe Guerra, o que de pronto foi negado pelo prefeito de Apodi, Alan Silveira.

Por este motivo os felipenses quase que unanimes acreditam que o Prefeito de Apodi, Alan Silveira não é merecedor do titulo de Cidadão Felipense.

Mesmo com toda polêmica e boicote da população em não comparecer a Câmara de Vereadores para prestigiar a entrega da honraria, os títulos de Cidadãos Felipenses foram entregues ontem (15/11), às 19 horas.  

Confira lista dos homenageados com os respectivos vereadores que os indicaram.

José Wilson Ferreira – Indicação Ver. Francisco Canindé de Menezes (Chicão).

Renato da Silva Oliveira (Dr. Renato delegado) – Indicação Ver. Francisco Canindé de Menezes (Chicão).

Rafael Huete da Mota (Dep. Rafael Mota) – Indicação Ver. Djalma Laurindo da Silva Junior.

Francisco Xavier de Oliveira (Chico pedreiro) – Indicação Ver. Djalma Laurindo da Silva Junior.

Francisco Eliberto Florêncio (Prof. de ed. física) – Indicação Ver. Marcos Aurélio Alves de Morais.

Ana Maria Maia Lima (Professora) – Indicação Ver. Marcos Aurélio Alves de Morais.

Romerito Soares do Carmo (Médico) – Indicação Ver. Pedro Alves Cabral Neto.

Renato Lúcio Martins (Dentista) – Indicação Ver. Pedro Alves Cabral Neto.

José Pedro Neto – Indicação Ver. Jânio Nilson Silveira Barra (Jânio Barra).

Carlos Suelington Nogueira Marinho – Indicação Ver. Jânio Nilson Silveira Barra (Jânio Barra).

Jhonattan Jheferson Morais Jácome (Jotinha do Apodi) – Indicação Ver. Max Iran de Morais (Brechinha).

Thiago Carlos Gonçalves Rêgo – Indicação Ver. Max Iran de Morais (Brechinha).

Francisco Júnior Eufrázio (Júnior da sorveteria) – Indicação Ver. Ronaldo Luciano da Costa.

Raimundo José Barros de Queiroz (Pastor Raimundo)– Indicação Ver. Ronaldo Luciano da Costa.

Lidiano Bezerra da Nóbrega – Indicação Ver. Francisco Ubiracy Feitosa Pascoal.

Alan Jefferson da Silveira Pinto (Prefeito de Apodi) – Indicação Ver. Genilson Santana de Nogueira.

Lino Ademar da Silva Praxedes – Indicação Ver. Francisco Ubiracy Feitosa Pascoal e Ver. Genilson Santana de Nogueira.

Luiz César de Oliveira – Indicação Ver. Francisco Ubiracy Feitosa Pascoal e Ver. Genilson Santana de Nogueira.

Confira alguns dos muitos comentários:













Confira fotos: 

















 





Fotos: Edivaldo Barbosa/Santana Noticias

14/11/2018

1ª Crise do Bolsonaro


1ª crise de Bolsonaro 1: Planilha de delatores da JBS informa que Onyx, um dos fortes de Bolsonaro, omitiu outra doação pelo caixa dois.

Uma planilha entregue por delatores da JBS à PGR (Procuradoria-Geral da República) sugere que o futuro ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), recebeu, via caixa dois, uma segunda doação eleitoral de R$ 100 mil que, até agora, ele não havia admitido e pela qual não pediu desculpas. Jair Bolsonaro, presidente eleito, terá de lidar com sua primeira crise, que atinge o coração do discurso que o levou ao poder. E não só ele. Também é preciso chamar Sérgio Moro à conversa.

1ª crise de Bolsonaro 2: Em entrevista, Moro, punidor-geral da República, elogiou Onyx por admitir um “erro”. Delatores apontam outro…

O quase ex-juiz e futuro superministro da Justiça, Sérgio Moro, é considerado, assim, uma espécie de punidor-geral da República, função que não existe oficialmente, mas que está em muitas mentes por aí. A ele se atribuem até futuros poderes mágicos: extinguir a corrupção e o crime comum. Em entrevista, ele já mostrou também seu lado de, como vou chamar?, de perdoador-geral da República.

Indagado em entrevista sobre a situação de Onyx, homem-forte de Jair Bolsonaro na política e futuro chefe da Casa Civil, que admitiu ter recebido R$ 100 mil em 2014, via caixa dois, da JBS, o notável e notório juiz demonstrou que pode ter um coração de manteiga. Moro respondeu o seguinte:

“Eu, na verdade, tenho uma grande admiração pelo deputado Onyx Lorenzoni. Eu acompanhei o trabalho dele durante a discussão do projeto das Dez Medidas (contra a corrupção), e eu posso dizer que ele foi um dos poucos deputados naquele momento (…) que defendeu (sic) a aprovação daquele projeto das Dez Medidas, mesmo sofrendo ataques severos da parte dos seus colegas. Quando aquele projeto foi completamente desfigurado, ele era uma figura até desalentada pelo tanto que ele lutou pela aprovação daquele projeto naquele momento. Quanto a esse episódio no passado, ele mesmo admitiu seus erros e pediu desculpas e tomou providências para repará-lo”.

Em entrevista ao “Fantástico” no domingo, Moro afirmou que, como ministro da Justiça, certamente ajudará seu chefe, Jair Bolsonaro, a combater a corrupção no seio do próprio governo. E colocou na mesa a sua biografia e a sua reputação. Não coonestaria com o malfeito. Pois e…

Aqueles R$ 100 mil recebidos por intermédio do caixa dois dizem respeito à campanha de 2014. Acontece que o documento que agora vem à luz diz respeito a 2012. O pagamento a “Onyx-DEM” foi feito em 30 de agosto daquele ano, em meio às eleições municipais. Segundo os colaboradores, o dinheiro foi repassado em espécie. É o que informa reportagem da Folha desta quarta. E agora?

1ª crise de Bolsonaro 3: Capitão reformado se elegeu na terra arrasada da Lava Jato: com a palavra, o presidente eleito, juiz Moro e Onyx.

Bolsonaro só é presidente da República porque a Lava Jato — de que Moro, o perdoador seletivo, foi a grande estrela — promoveu uma razia nos grandes partidos e nas principais lideranças políticas do país. Para Moro, há dois tipos de corrupção: aquela em que o agente público enriquece e aquela que promove o “financiamento fraudulento de eleições”. Na sua visão, esse segundo tipo “é até pior do que no primeiro caso porque afeta o jogo político-democrático”. Trata-se de um raciocínio torto, que despreza fatos e nuances, mas não vou entrar nele agora. O fato é que os pecados de Onyx são desse segundo tipo.

O ainda presidente eleito só botará a faixa no peito no dia 1º de janeiro do ano que vem porque elevou o discurso contra a corrupção à sua potência máxima. Os delatores da JBS relataram esquemas de caixa dois de 2006 a 2014. Quando apontaram as duas doações irregulares a Onyx — uma para a sua campanha pessoal (2014) e outra para as eleições municipais, não sabiam que ele se tornaria um dos braços do futuro presidente da República.

Segundo a Folha, “as informações sobre a doação em 2012 (…) constam de anexos complementares entregues por Joesley Batista, dono da J&F, Ricardo Saud e Demilton Castro, responsável por pagamentos ilegais. A planilha ‘Doações-2012’, com os registros de caixa dois, foi entregue para corroborar as acusações. Joesley disse que todas as contribuições não declaradas foram feitas a pedido dos políticos. Os objetivos, explicou, eram evitar retaliações e contar com a boa vontade deles.”

Onyx, Bolsonaro e Moro estão numa situação bastante delicada, não? A menos que se admita que Joesley e demais delatores resolveram, sei lá, contar uma mentira em meio a uma enxurrada de verdades.

Nesse caso, cabe a pergunta: por que o fariam? Com a palavra, Onyx, Moro e, claro, Bolsonaro.

Por: Reinaldo Azevedo

05/11/2018

Felipe Guerra/RN: Prefeito Haroldo Ferreira Climatiza Biblioteca do CEMER


A Biblioteca do Centro Municipal de Ensino Rural passou por uma reestruturação, ganhando novas mobílias e climatização. Dessa forma os professores da zona rural contam com um ambiente adequado para os momentos de estudos e planejamentos.


A biblioteca conta com um acervo riquíssimo, com variados tipos de livros que vão desde a literatura infantil, infanto-juvenil, enciclopédias, livros voltados à formação de professores entre outros.


Desde o início da Gestão do Prefeito Haroldo Ferreira essa ação já era desejada, foram vários investimentos até chegar a um espaço acolhedor, atrativo e prazeroso para atender os docentes do CEMER. 

Informações e fotos: SME


Emater de Felipe Guerra entrega produtos da agricultura familiar a instituições


No último dia 30 de outubro escolas do município de Felipe Guerra receberam a primeira remessa de produtos do Programa de Aquisição de Alimentos – Compra Direta, através do Extensionista do escritório local da EMATER - RN, Bruno Hudson. Os produtos recebidos foram Banana maçã e tamarindo que complementarão a alimentação escolar.

O Programa de Aquisição de Alimentos – Compra Direta incentiva a produção da agricultura familiar, garantindo a comercialização da produção dos agricultores a um preço justo, sem atravessadores, e tem por finalidade doar as instituições cadastradas no programa.


As instituições contempladas com a primeira remessa foram: Escola Municipal Maria Bernadete Pinto, Escola Municipal Júlio Cavalcante, Escola Municipal Professor José do Patrocínio Barra, Escola Estadual Antonio Francisco e a Unidade Integrada de Saúde Dr. Eilson Gurgel do Amaral. 


Informações e fotos:SME

29/10/2018

Felipe Guerra/RN: Prefeito Haroldo Ferreira agradece votação expressiva da sua candidata no município.


O prefeito do município de Felipe Guerra, Haroldo Ferreira, a primeira-dama Girlene Ferreira, Vice-Prefeito Salomão Gomes, Vereadores, colaboradores e parceiros da gestão agradecem aos eleitores pela expressiva votação obtida no município por Fátima Bezerra, eleita governadora.

Ao todo foram 3.879 votos validos colhidos nas urnas do município, numa prova inequívoca da liderança demonstrada pelo gestor, revelando prestígio político e reciprocidade junto ao eleitorado que votou maciçamente em sua candidata.

Haroldo Ferreira disse ter ficado profundamente agradecido a todos os felipenses, em especial, os amigos que sempre vestem a camisa da gestão e estão sempre ao seu lado. 

“Fico muito feliz com esse resultado, que demonstra a nossa liderança mais uma vez, e o resultado do nosso trabalho. Seguiremos na linha do desenvolvimento da nossa cidade, buscando recursos junto ao governo com o total apoio dos nossos deputados, da nossa senadora para podermos seguir construindo uma Felipe Guerra cada vez melhor. Estamos sempre prontos para trabalhar por todos vocês” Transmitiu Haroldo Ferreira.

26/10/2018

Construtor conclui obra e entrega UBS em Felipe Guerra


O construtor, Keyoche Targino, entregou as chaves da nova Unidade Básica de Saúde (UBS) na comunidade de Santana, ao prefeito de Felipe Guerra, Haroldo Ferreira, que acompanhado da secretária municipal de saúde, Girlene Ferreira, vistoriaram a obra e deram por recebida. 


O encontro contou ainda com as presenças do secretário municipal de Obras e Infraestrutura, Suélliton Tavares, Marcos Fernandes do Setor de Compras e profissionais que compõem a saúde do município. 


A chave foi entregue nesta sexta-feira (26) e a unidade contará com salas para atendimento médico, curativos, odontológicos, farmácia, vacina e toda estrutura necessária para um atendimento de qualidade. A secretária de saúde Girlene Ferreira  afirmou que a prefeitura vai dotar a nova unidade de saúde com todos os equipamentos necessários para que a população das comunidades locais possam ter um atendimento de excelência.

O prefeito Haroldo Ferreira ressaltou o mérito da administração na área da saúde, e afirmou que o município vem fazendo um grande esforço para melhor atender a comunidade, mesmo em meio à maior crise enfrentada pelo município de Felipe Guerra. “Mesmo enfrentando uma crise sem precedentes, a administração vem mantendo todos os serviços”, afirmou Haroldo Ferreira.

O primeiro atendimento na nova UBS está previsto para o dia 07 de Novembro. 

Haddad fala em virada e pede para que ódio não guie eleitor

Haddad acredita que conseguirá vencer eleição
A dois dias do segundo turno das eleições, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, usou hoje (26) as redes sociais para pedir que os eleitores não se de deixem guiar pelo “ódio e pela mentira”. Prometeu ainda “corrigir erros e retomar acertos”. Em tom de otimismo, afirmou: “Vamos virar essa eleição”.

“Sou um professor que vive de salário, com 18 anos de serviços prestados ao Brasil. Vamos virar essa eleição, corrigir os erros e retomar os acertos. O ódio não vai levar o Brasil a lugar nenhum” , ressaltou.


Meio ambiente

Em resposta a setores do agronegócios, Haddad defendeu que não é preciso “derrubar mata pra ampliar a produção” .“Meu programa de governo prevê desmatamento líquido zero. O que pode ser desmatado estará de acordo com a legislação e, em contrapartida, outras áreas serão reflorestadas”.

Para o candidato do PT, a possibilidade de fusão dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, levantada por apoiadores do adversário dele Jair Bolsonaro (PSL), pode “falir agronegócio brasileiro”. “Se o Brasil não estiver nos acordos sobre o meio ambiente, os outros países não vão comprar do agronegócio brasileiro.”

Fake news

Reproduzindo uma reportagem publicada no jornal Valor Econômico, que mostra pesquisa da empresa Atlas Político sobre eficácia de fake news que indica que mais de um terço do eleitorado afirma acreditar em duas notícias falsas contra o PT, o que representa ameaça à democracia.

“[É um] gravíssimo atentado contra nossa democracia. E nosso adversário segue tentando manipular a vontade do povo com mentiras e desinformação. Não vai conseguir.”

Mais uma vez, Haddad cobrou de Bolsonaro a participação em debates. “O povo vai acordando para o tiro no escuro que é Bolsonaro. Ele chama de estratégia não ir aos debates. Eu nunca vi alguém que se diz do Exército dizer que a estratégia é se esconder, fugir. Ele não honra nem as Forças Armadas, que diz pertencer.”

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil / Brasília

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