Publicidade

19/01/2019

Onyx repete resposta de Collor quando irmão botou a boca no trombone em entrevista à Veja: “Estão querendo o terceiro turno das eleições”


O ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) vê no caso Fabrício Queiroz-Flávio Bolsonaro uma manobra contra o governo do presidente e disse que há gente querendo disputar o terceiro turno das eleições.

Resposta errada, erradíssima!

Estou enganado ou, numa live, já como presidente eleito, o próprio Jair Bolsonaro defendeu que tudo deveria ser investigado, cada um arcando com o peso do que fez? Segundo disse, isso valeria para ele, para se filho, para qualquer um. Sei, não era para valer.

Sabe quem acusou os adversários de tentar disputar o terceiro turno das eleições? Fernando Collor! Foi o que ele fez quando Pedro, seu irmão, botou a boca no trombone em entrevista à “Veja”.

Como se nota, o fato histórico que essa diatribe ecoa é muito ruim.

E, convenham, tudo é muito simples. Trata-se apenas de Fabrício explicar como conseguir movimentar tanto dinheiro, por que parte considerável da grana tinha origem nas contas dos servidores do gabinete de Flávio, por que os depósitos eram feitos imediatamente após o pagamento efetuado pela Assembleia Legislativa do Rio e por que ele sacava tanto dinheiro em espécie.

Entendi.

Não é assim tão fácil de explicar.

Ou melhor. Fácil é. O problema estaria nas consequências, né?

 Blog do Reinaldo Azevedo
 Jornalista e Comentarista da Rede TV News

Vídeo que vem a público em que Jair e Flávio Bolsonaro vituperam contra foro especial torna situação ainda mais constrangedora para o clã

Vejam este vídeo de 2017:


O vexame dos Bolsonaros é gigantesco. Não há Nicolás Maduro que consiga tirá-lo do noticiário ainda que o pai de todos, Jair, resolva declarar guerra à Venezuela como manobra diversionista. Isso pode até seduzir o bolsonarismo fanático. Mas a ficha já começa a cair. Uma coisa é o que eles dizem; outra, o que eles fazem.

Como se sabe, de modo incompreensível, Luiz Fux, no exercício da Presidência do Supremo, como plantonista durante o recesso — Dias Toffoli está em viagem —, resolveu suspender a investigação, em curso do Ministério Público Estadual, do Rio, sobre as movimentações atípicas de Fabrício Queiroz quando funcionário do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, o homem movimentou a bolada de R$ 1,2 milhão. Parte considerável do dinheiro foi depositada em sua conta por funcionários do gabinete, incluindo familiares seus. Cruzamento de dados aponta que os depósitos eram feitos logo depois do pagamento dos salários na Assembleia Legislativa.

Flávio, senador diplomado e ainda não empossado, entrou com uma Reclamação no Supremo para suspender a investigação alegando que ela lhe diz respeito — embora ele não seja investigado — e que tem direito a foro especial — vale dizer: o Supremo. O relator do caso é o ministro Marco Aurélio.


Advogado aproveita plantão de Fux; ministro diz ter dado liminar para evitar uma anulação de provas; com a devida vênia, é uma cascata.


Os advogados de Flávio aproveitaram a presença de Luiz Fux no exercício da presidência do tribunal para entrar com um pedido de liminar para suspender a investigação. E o ministro a concedeu. Sua justificativa é que provas poderiam ser anuladas em razão de uma eventual investigação irregular.

Anuladas por quê? Fux está praticando direito criativo, o que a mim não estranha. O Supremo decidiu que deputados e senadores só têm direito a foro especial quando a investigação diz respeito a atos cometidos no exercício do mandato e em razão dele. Sim, é o tribunal que faz essa espécie de juízo de inadmissibilidade do processo. Ocorre que Flávio ainda não é senador nem é investigado. Sua defesa alega que está em curso uma investigação ilegal. Se é assim, então não cabia uma “Reclamação”, mas um mandado se segurança. A “Reclamação” é apresentada para que um tribunal avoque para si o que seria de sua exclusiva competência. Ao escolher esse caminho, Flávio está pedindo foro especial. Aí a coisa fica realmente ruim para Flávio — e, é óbvio, para a “Família Bolsonaro”.


No vídeo de 17, Bolsonaro ataca foro especial e diz recusar essa “porcaria”; também fala em renúncia para evitar cassação e inelegibilidade.

Em 2017, Jair, o pai de todos, gravou um vídeo ao lado do agora senador eleito em que vitupera contra o foro especial. O filho não fala nada, mas assente o tempo inteiro com o agora presidente, que diz:
“Dos 513 deputados, uns 450 vão ser reeleitos. Por que eles têm que ser reeleitos? Para continuar com foro privilegiado. O único prejudicado com foro privilegiado, no momento, sou eu. Eu não quero essa porcaria de foro privilegiado. Eu sou o único deputado federal prejudicado com esse foro privilegiado. É essa questão, né? Eu sou réu no Supremo, pra quem sabe da história. Muita gente tá de saco cheio de saber da história”.

Ele se referia ao fato de ser réu no Supremo em duas ações criminais: por incitação ao crime de estupro e por uma queixa-crime por injúria. Os dois casos dizem respeito à deputada Maria do Rosário (PT-RS). Bolsonaro afirmou, não custa lembrar, que não a estupraria porque ela não merece e porque é muito feia.

No vídeo em questão, ele vai adiante no papo-furado:
“Mas eu tenho que ficar ligado agora por quê? Na iminência de votar isso daí, olha o que é que eu tenho que fazer, hein! Eles já sabem disso, se é que eles vão tomar providência antes. Eu vou ter que renunciar [ao] meu mandato pra poder disputar as eleições no ano que vem. Porque, eu renunciando, o meu processo vai pra primeira instância. Daí, não dá tempo de eu ser condenado em primeira e em segunda instância, até por ocasião das eleições. Daí, eu posso disputar as eleições do ano que vem”.


Bolsonaro não precisou renunciar para evitar a inelegibilidade; processo começou a andar a passos de cágado no STF. O relator? Luiz Fux.

Explica-se a preocupação de Bolsonaro: caso tivesse sido julgado e condenado, perderia o mandato, segundo dispõe o Artigo 55 da Constituição, e também se tornaria inelegível enquanto durasse os efeitos da condenação, segundo o Artigo 15 da Carta.

Aos poucos, a sua preocupação foi desaparecendo porque o processo começou a andar a passos de cágado. O relator, vejam que coincidência, é Luiz Fux, o mesmo que concedeu a liminar a Flávio Bolsonaro, aquele que, ao lado de Jair, assentia quando o pai chamava o foro especial de “porcaria” e acusava ao menos 450 deputados de só pensar nisso. Flávio foi ao Supremo em busca da tal “porcaria”.

 Blog do Reinaldo Azevedo
 Jornalista e Comentarista da Rede TV News

18/01/2019

Prefeitura Municipal de Felipe Guerra Adquire Desfibrilador DEA


Agora os cidadãos felipenses possuem mais um aliado a favor da saúde. A Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Saúde, adquiriu um desfibrilador externo automático, conhecido como DEA desfibrilador, que servirá às ocorrências atendidas na unidade hospitalar.

O desfibrilador é normalmente utilizado para restabelecer o ritmo cardíaco decorrente em uma parada cardiorrespiratória e circulatória. Com o desfibrilador é possível desfibrilar uma vítima de parada cardiorrespiratória e ganhar tempo, aumentando significativamente as chances de sobrevivência dessas vítimas. 

O aparelho é equipado com onda bifásica e display de cristal líquido incorporado no próprio gabinete. Possui mensagem e comando por texto e voz em português, cartão de memória interna e tempo de carga menor que dez segundos. Realiza uma execução mínima de 600 choques, pode ser conectado a um microcomputador através de infravermelho para transferência de dados, além de permitir o uso de eletrodos adultos e pediátricos abaixo de 8 anos. O equipamento é registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e no Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Além do desfibrilador DEA, também foi feita a aquisição de maca, armários, cubas, foco e demais apetrechos para essa nova sala de urgência.

Para a Secretária Municipal de Saúde Girlene Ferreira, estes equipamentos irão qualificar ainda mais o atendimento prestado a população e dar melhores condições de trabalho aos profissionais. “Agora, a nossa Unidade Hospitalar está mais equipada para atender casos de urgência e emergência básicos. Esses são equipamentos que a gente torce para que nunca sejam necessários, mas que quando preciso podem representar a diferença para salvar uma vida, e, em tempo hábil, reverter o quadro do paciente”, disse a secretária Girlene Ferreira.

O prefeito Haroldo Ferreira falou da importância do equipamento para a cidade, “a aquisição é mais que uma conquista. É uma satisfação poder contribuir com a saúde do nosso município através de mais essa ação. É para cumprir o objetivo de servir às necessidades dos cidadãos que temos trabalhado durante nosso governo. O desfibrilador é um pequeno aparelho, mas pode salvar vidas, quando usado imediatamente em casos de pessoas com parada respiratória. O nosso dever é este, levar saúde de qualidade ao povo de Felipe Guerra. A partir de agora, podemos ter maior chance de salvar vidas em nosso município”, afirmou Haroldo Ferreira.

Mais fotos:







16/01/2019

Decreto das Armas

Bolsonaro assina decreto dar armas, observado por Onyx Lorenzoni (esq.) e aplaudido por general Mourão e Sérgio Moro, o moralista


1: É irrelevante. Como não sabem o que fazer com as ilegais, Moro e Bolsonaro fingem fazer alguma coisa…

Como sou uma pessoa ocupada, não vou entrar nas páginas das hostes que fazem proselitismo pró-armas. Mas elas devem estar bravas, algumas com a mão no coldre — do berro legal, assim espero. O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro é irrelevante. O Brasil continuará a ser um dos países mais armados do mundo, com uma quantidade expressiva de armas legais e uma não-sabida de armas ilegais. A julgar pelos 63 mil homicídios por ano, quase 80% praticados por meio de armas de fogo, não deve ser coisa pouca.

É verdade! Não sabendo como combater a violência, os governos que antecederam Bolsonaro fizeram proselitismo contra o armamento legal. Houve até um plebiscito em 2005 para proibir a venda legal das ditas-cujas. A coisa trazia uma piada implícita: como o Estado brasileiro não tomava as medidas adequadas — e não estou dizendo que seja fácil fazê-lo — para coibir as armas ilegais, por que não proibir as legais? A maioria da população não caiu no truque.

Agora, Bolsonaro faz o contrário, devidamente escoltado por Sérgio Moro, o ministro encarregado de cuidar de políticas públicas contra a violência: como eles também não têm a menor ideia de como combater o armamento ilegal, por que não propor uma medida que, potencialmente ao menos, aumenta o número de armas legais? O truque mental é primário e até vai enganar alguns trouxas: já que a bandidagem se arma à vontade, vamos aumentar a segurança das pessoas de bem.

2: Tema rende debate como direito individual, mas nem errado chega a ser como segurança pública; só é estúpido.


Como sabe qualquer pessoa que se acerca da questão com um mínimo de honestidade intelectual e não está a serviço do bem-remunerado lobby do setor, possuir ou não uma arma pode até despertar um bom debate sobre direitos do indivíduo em confronto com as medidas restritivas impostas pelo Estado. Nas democracias mais sólidas do mundo, exceção feita aos EUA, há restrições severas para a posse e simplesmente se proíbe o porte ao cidadão comum. Em países com legislações assim e IDH similar ao americano, os mortos por 100 mil habitantes giram em torno de 1 — UM! Nos EUA, cinco. A evidência deveria bastar para as pessoas com algum pudor. A suposição de que restringir a posse e proibir o porte sejam práticas de Estados autoritários é uma estupidez. Um dos países mais armados do mundo é a Venezuela. Uma ditadura.

Se a questão comporta um debate sobre direitos individuais, há algo que nem deveria estar em questão: armar-se não é uma política de segurança pública, como sugeriu Bolsonaro no discurso que acompanhou seu decreto irrelevante. Todos os levantamentos, sem exceção respeitável, apontam que, armado ou não, reagir ao bandido é a pior escolha. As poucas pessoas que conseguem ser bem-sucedidas nesse embate não alteram as estatísticas — ao contrário: elas as confirmam. Não conheço um só policial, civil ou militar, e conheço muitos, que recomende a reação.

3: Moro leva baile de bandidos no Ceará e flerta com mais perigo. Nota: decreto tira poder da Polícia Federal.


Sérgio Moro, o ministro da Segurança Pública — e também da Justiça — leva seu despudor à solenidade. Pouco mais de duas semanas de governo, e lá está ele levando um baile da bandidagem do Ceará. Aliás, vamos aplicar o decreto de Bolsonaro às terras cearenses. Em que a população fica mais segura, dado o que se passa por lá? Flexibilizar a compra de armas não será um eventual benefício a alcançar apenas as pessoas de bem. Também as “do mal” podem se aproveitar da janela de oportunidades. “Ah, mas existem os requisitos para comprar as asmas…“ É verdade! Até gabinete de deputado consegue disfarçar práticas criminosas com o auxílio de laranjas, né? Por que estes não seriam usados para comprar armas?

De toda sorte, o grosso do armamento ilegal continuará a não ter relação nenhuma com o armamento legal. Para tanto, será preciso equipar a Polícia Federal, dar-lhe condições de atuar com mais eficiência nas fronteiras, azeitar o serviço de inteligência para conter o tráfico de armas… Tudo o que relaxar a posse e o porte de armas no país servirá aos bandidos, que estão organizados; o cidadão comum, coitado!, este não está. Sim, o decreto, do ponto de vista prático, é irrelevante. De todo modo, ele traz um conceito: diminui, em vez de aumentar, a ação da Polícia Federal no “fator armamento”. O controle da posse foi afrouxado. Reitero: não creio que isso levará as pessoas a comprar mais armas. Mas acho, sim, que as milícias, de todas as naturezas, vão se aproveitar para se armar ainda mais. Aí com a chancela do Estado. Não é preciso ser bidu para concluir que dobrar o prazo para a renovação do registro, de cinco para dez anos, contribuirá para que as armas legais caiam nas mãos dos ilegais.

Bolsonaro poderia parar por aí. Para todos os efeitos de propaganda, cumpriu uma promessa de campanha. A questão do porte — não pode ser mudada por decreto e ficará por conta do Congresso. Caberá aos senhores deputados e senadores a decisão sobre aumentar ou não a circulação de armas, que é coisa distinta da posse e é o que realmente conta como políticas de segurança pública.

Blog do Reinaldo Azevedo

15/01/2019

Prefeitura de Felipe Guerra emite nota pelo falecimento do ex-vice-prefeito, Luzimar Morais


Felipe Guerra amanheceu em luto, pelo falecimento de um grande homem que fez história nesta cidade, estamos falando do ex-vereador e ex-vice-prefeito do município Felipe Guerra, Luzimar Alves de Morais.

A prefeitura Municipal de Felipe Guerra na pessoa do Prefeito Haroldo Ferreira de Morais, secretários e demais funcionários, lamentam o falecimento do ex-vice prefeito e também ex- vereador Luzimar Alves de Morais, que estava internado no hospital Wilson Rosado na cidade de Mossoró, onde na madrugada de hoje terça-feira (15), não resistiu e veio a óbito.

NOTA DE PESAR

“Combati o bom combate” (2 Timóteo. 4:7)

Com muita tristeza recebemos o anúncio do falecimento do ex-vice-prefeito e ex-vereador Luzimar Alves de Morais. Honrado e ilustre cidadão de Felipe Guerra. Homem de muitas virtudes e múltiplos valores nos deixa um legado de uma vida dedicada a servir ao próximo, a amar seu povo e a defender o nosso município.

Pai de família e trabalhador em causas nobres de nosso Município, Luzimar Alves de Morais esteve presente na história política de Felipe Guerra. Um dos homens mais aguerridos, mais apaixonados por nossos valores culturais, religiosos e materiais.

Um entusiasmado e incansável guerreiro. Empreendeu batalhas e nos encheu de orgulho. De todas as perdas que nossa cidade tem sofrido, esta é, com certeza, a que nos deixa mais consternados.

Em nome do povo de Felipe Guerra abraçamos fraternalmente a família enlutada, compartilhando, com nosso abraço a dor aguda desta partida. Ao mesmo tempo em que lamentamos a despedida, somos agradecidos a Deus por ter nos dado a oportunidade de conviver com alma tão iluminada. Que seu exemplo possa ser seguido pelos que aqui ficam e que o Pai Infinito o acolha em seus domínios e o saiba recompensar por seus muitos méritos.

Homem honrado, desenvolveu um bom trabalho pelo o nosso Município.

Neste momento de dor e consternação só nos cabe pedir a Deus que dê o conforto a família enlutada para que possa enfrentar está imensurável dor com serenidade.


Haroldo Ferreira de Morais
Prefeito

11/01/2019

Venda de 80 mil bens do tráfico financiará policiais


O ministro da Justiça, Sérgio Moro, vai acelerar a venda de 80 mil bens apreendidos de traficantes em operações de combate às drogas. Com isso, pretende obter recursos para reaparelhar a Polícia Federal e as estaduais.

Segundo o secretário nacional antidrogas, Luiz Roberto Beggiora, serão vendidos carros, alguns de luxo, além de aeronaves, celulares e até fazendas usadas para o plantio. Os bens ainda estão sendo catalogados para cálculo do valor total, mas um leilão de parte desse patrimônio em São Paulo rendeu R$ 3 milhões em 2018.

Quem dá mais? Para facilitar a venda, será criado um site no qual o internauta poderá dar lances online. Avalia-se que atualmente essas ofertas são menores porque só participa dos leilões quem mora no Estado onde são realizados.

Contra o relógio. A Secretaria Antidrogas fará também um trabalho de parceria com o MP para conscientizar juízes da importância de leiloar os bens antes do transitado em julgado. Hoje, a alienação demora de cinco a oito anos, tempo em que o material se deteriora.

Coluna do Estadão

09/01/2019

Cadê a Foto de Bolsonaro ?


Se depender dos governadores petistas, o povo nordestino pode estar em maus lençóis nos próximos quatro anos. Os governantes eleitos pelo PT nos Estados da região não foram à posse do presidente Jair Bolsonaro e ainda batem de frente com o atual chefe do executivo afixando fotos do seu eterno presidente Lula em seus gabinetes, como se ele ainda fosse a maior autoridade do Brasil. 

Todos pleiteiam recursos do Governo Federal para custear o déficit altíssimo em seus Estados, onde a população vive sem segurança e o servidor sem receber seus vencimentos. De forma alguma admitem que o atual Presidente da República é um capitão da reserva, representante da direita no País e eleito pelo desejo da maioria dos eleitores brasileiros.

Para os petistas mais radicais, Lula, mesmo  engaiolado, continua sendo seu maior  representante.

Apesar disso, o presidente Jair Bolsonaro já declarou que o governo está analisando a situação em que se encontra o povo nordestino e que vai melhorar a vida de todos os brasileiros.

Seria uma insensatez ou burrice desses petistas?

Como diz o velho ditado: “Diga com quem andas, que te direi quem és.”

Hildo Oliveira

Curta nossa página

Leitores agora

Total de visitas

Mais lidas da semana