31/10/2017

O preço da fé no Brasil

"É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus". Assim diz a Bíblia Sagrada em Mateus 19:24. Porém, os maiores  líderes evangélicos do Brasil não atentam para essa passagem bíblica. É o "faça o que eu prego, mas não faça o que eu faço".

Será que os pastores mais ricos do Brasil seriam capazes de viver igual viveu na Terra o nosso Senhor Jesus Cristo, sem nenhum bem material?

A revista Forbes fez um ranking, no qual foram reveladas fortunas de pastores brasileiros que ficaram milionários e até bilionários as custas de cidadãos e cidadãs humildes que caem no velho "conto do dízimo” e pagam 10% dos seus rendimentos, além de ofertas. 

Entre os nomes estão nomes como Edir Macedo, Valdemiro Santiago e Silas Malafaia, que seguem com suas manipulações, usando o nome de Deus para ganhar dinheiro. 

Segundo a revista, Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, dono da TV Record e banqueiro do Banco Renner, ocupa o topo da lista ostentando fortuna estimada em R$ 2 bilhões de reais. Dentre os mimos Macedo  tem uma luxuosa cobertura com cerca de 1000 metros quadrados, com porta de entrada que abre através de cartão magnético, além de piscina coberta e jardim de inverno. Fica no Templo de Salomão, na região do Brás, em São Paulo/SP.

Ocupando o segundo lugar da lista vem Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, com um patrimônio estimado em R$ 400 milhões de reais. Há suspeitas de que o líder religioso desvia dinheiro doado pelos fiéis para enriquecimento pessoal. Em 2013, o programa Domingo Espetacular, da Rede Record, mostrou documentos obtidos pela emissora que comprovam que o apóstolo comprou várias fazendas no estado do Mato Grosso. São terras de perder de vista, milhares de cabeças de gado, pista de pouso e mansão com piscina. São fazendas riquíssimas encravadas no coração do pantanal pelo homem que se intitula apóstolo. 

No terceiro lugar do ranking dos pastores milionário temos Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, com o patrimônio na cifra de R$ 300 milhões de reais. O nervosinho diz que vai ‘ferrar’ a revista que revelou sua fortuna.

Figurando no quarto e quinto lugar, respectivamente, temos: R.R. Soares - R$ 250 milhões de patrimônio - e o Casal Hernandez - R$ 150 milhões de reais em patrimônio.

A publicação norte-americana lembra que, enquanto o catolicismo perde adeptos no Brasil, o número de evangélicos protestantes sobe. Eles eram 15,4% da população há apenas uma década, hoje são 22,2%, cerca de 42,3 milhões de pessoas, de acordo com o último censo. 

Estima-se que, até 2030, os católicos representarão menos de 50% dos fiéis brasileiros – hoje eles são 64,6%.

Muitos fies dizimistas dizem que fazem a sua parte e que se os pastores não destinam o dizimo de forma correta, isso fica entre eles e Deus. Porém, será que Deus se agrada do cristão que continua a dizimar, sabendo da destinação incorreta dos recursos?

18/10/2017

Mossoró, uma terra sem lei?


A segunda maior cidade do Estado, que bate recorde histórico de homicídios, na ultima terça-feira (17) teve uma noite que foi batizada pela população como "noite do terror". O cidadão mossoroense não aguenta mais viver refém da falta de segurança, vários áudios circulam pelas redes sociais relatando o horror sofrido por aqueles que tiveram seus bens levados e ainda sofreram ameaças. De tudo teve: troca de tiros, celulares e carteiras roubadas, em uma das ocorrências até um veiculo foi roubado. 

Várias vítimas se amontoavam na Delegacia de Plantão do Alto de São Manoel em busca de atendimento onde registraram boletins de ocorrência. Relatos dão conta de cerca de 28 assaltos, porém, segundo os profissionais que atuam na área de segurança publica, pelo menos 20 assaltos foram registrados pela policia em menos de 5 horas. 

 Pobre Mossoró!

17/10/2017

E quando o petróleo acabar?


Para muitos a questão não é “e se”, mas sim, “e quando” o petróleo acabar? Por ser um combustível fóssil, resultado da decomposição de organismos, quando as reservas atuais acabarem será preciso esperar milhões de anos até se formarem novos poços.

Nos próximos anos, a produção tende a cair – projeções indicam queda de no mínimo 3% ao ano.

Mesmo quem não aposta num cenário tão radical prevê um encolhimento das economias. 

Já passamos do ponto máximo da produção em nosso Estado, a Petróleo Brasileiro S.A. – PETORRAS - já deixou bem claro que não tem mais interesse em investir na exploração de petróleo em solo potiguar. 

Com isso a vida em Municípios como Felipe Guerra, que sobrevive basicamente do FPM e dos Royalties, terá que ser reorganizada numa escala muito menor. 

Não será possível, por exemplo, sentar uma pedra de calçamento se quer, uma vez que, sem o montante recebido proveniente dos Royalties pagos pela Petrobras, não se terá dinheiro nem para a manutenção do que já existe.

Os royalties são uma das formas mais antigas de pagamento de direitos e propriedade. A palavra royalty vem do inglês royal, que significa “da realeza” ou “relativo ao rei”. Originalmente, designava o direito que o rei tinha de receber pagamentos pelo uso de minerais em suas terras, conceito este que se estendeu no século XX a outras atividades extrativas de recursos naturais não renováveis, como o petróleo e o gás natural.

Ou seja, os royalties são uma indenização ao proprietário e que não se aplica a qualquer atividade econômica mas, apenas àquelas que se baseiam na extração de recursos finitos na natureza. É a extração desse tipo de recurso natural e não os seus possíveis impactos no ambiente e na economia, que geram direito a royalties.

No caso do Brasil, os royalties do petróleo podem ser divididos nos royalties propriamente ditos e nas participações especiais, que representam uma forma de compensação diferenciada, proporcional à produção e à rentabilidade de cada campo de petróleo.

Felipe Guerra passou por gestões que não tiveram nenhuma preocupação em desenvolver o município para que este pudesse contar com uma outra fonte de receita e não dependesse só de FPM e de Royalties.  

A atual gestão ficou impossibilitada de desenvolver o município, uma vez que esta teve que arrumar uma “casa bagunçada” e isso leva tempo e dinheiro. Mesmo assim basta olhar para a Felipe Guerra de hoje que é possível ver mudanças palpáveis, como salários em dia, no momento em que muitos Estados e Municípios atrasam devido a crise que assola o Brasil.

A saúde pública felipense, por exemplo, vive o seu melhor momento, uma vez que grandes avanços foram conquistados nessa área e muitas outras coisas que indicam que a cidade segue no rumo certo.

Então, a batata vai assar na mão do próximo gestor, que deverá, desde o primeiro ano de governo, procurar desenvolver o município para que este não decline e afunde quando os Royalties acabarem. Esse será o grande desafio da gestão futura que pegará uma “casa arrumada”

Este blog sugere que, para lograr êxito nessa empreitada, o novo gestor, a partir de 2021, aposte no potencial turístico e em pessoas com capacidade para fazer acontecer. Pessoas capazes de criar projetos e ir buscar parcerias e recursos fora do Brasil, afinal se o mundo vem olhar o Morro do Careca (um monte de areia), por que não viria contemplar o esplendor das cavernas existentes em Felipe Guerra?

12/10/2017

Vem aí grande festa


Na noite do sábado (21/10), no Bar do Tetéu em Felipe Guerra, acontecerá uma grande seresta com Jairo César e Sueldo Lira. 

De acordo com Vinícius Valentim, realizador do evento, esse visa, além do entretenimento, preservar nas memórias das gerações atuais sucessos de grandes artistas brasileiros que marcaram os anos 60,70 e 80. 

Vale a pena conferir!

05/10/2017

Programa Comunidade em Debate


Desde 1999 o Bel. em Direito Joel Canela apresenta, aos sábados do meio dia às 13h, o programa de rádio "Comunidade em Debate" pela FM Liberdade 87.9. O objetivo é tratar de temas relevantes à sociedade, entrevistando políticos e demais autoridades da região, sempre buscando respostas para questões de interesse da coletividade. 

O programa esteve suspenso por um período e, no mês de Agosto do corrente ano, voltou repaginado. Uma das novidades é a transmissão ao vivo através de live no Facebook.

Estive acompanhando as mais recentes edições e pude perceber a importância do programa para os moradores de Felipe Guerra e região. Uma forma de o cidadão se manter informado do que acontece em sua cidade, comunidade rural, assentamento etc., ao mesmo tempo um espaço para debates de grandes temas e busca de soluções para problemáticas. 

Desejo cada vez mais sucesso ao amigo Joel Canela e que o Comunidade em Debate continue contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento da nossa região.

02/10/2017

Criança toca artista nu em museu de São Paulo

A polêmica da semana gira em torno da exposição que aconteceu no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Para quem não acompanhou, houve uma manifestação cultural, uma apresentação de uma obra de arte, assim chamada, onde um homem ficava deitado em um área descrita e as pessoas podiam tocá-lo.  Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra quando uma criança, de aproximadamente quatro anos, toca no homem.

Bem, primeiramente é interessante esclarecer que não é proibido uma manifestação cultural que tenha alguém nu ou que tenha erotização. Em outros países é até normal exposições de arte com nudez evolvida.

Não venho aqui repudiar essa ou qualquer que seja o tipo de manifestação daquilo que venha ser considerado arte. Na verdade haverão pessoas que irão achar fantástico, normal, e outras que irão renegar. De fato o que é totalmente repudiável é a presença de crianças nesse tipo de evento, afinal nunca sabemos como isso vai afetar as cabeças de tais crianças.

Se a perspectiva da arte tornar a nudez algo normal, tão natural assim, então vamos levar para o cotidiano? Deveria ter na entrada do museu pessoas que proibissem a entrada de crianças, mesmo que acompanhadas dos pais, bem como o Estado tem a obrigação de proteger as crianças, até mesmo de pais que incentivavam esse tipo de comportamento, como a mãe dessa criança incentivou. 

Lembro ainda que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) deixa bem claro que a proteção das crianças é um dever de todos (Estado e Sociedade).

O fato aconteceu, o museu ficou lotado, e ninguém fez nada para proteger as crianças que ali estavam. 

Só nos resta esperarmos que o Judiciário tome as providencias cabíveis.

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