23/12/2017

Prefeito de Felipe Guerra realizou confraternização


O prefeito Haroldo Ferreira e a primeira-dama Girlene Ferreira, receberam na noite de ontem 22/12, em sua residência, familiares, amigos, servidores e correligionários para a ceia de natal. Marcaram presença na festa natalina do casal o vice-prefeito Salomão Gomes, secretários municipais e vereadores.

A residência estava primorosamente arrumada e contou com a transmissão do show do rei, musica ao vivo e um buffet saborosíssimo.


Em clima de muita alegria e descontração, Haroldo Ferreira comemorou mais um ano de gestão com 70% de aprovação. Essa popularidade toda se dá devido seu trabalho serio e competente que vem mudando Felipe Guerra em todas as áreas.


19/12/2017

Por que nossa bancada federal silencia diante do caos instalado no RN?


* Walter Alves (PMDB) - 191.064 votos;
* Rafael Motta (PSB) - 176.239 votos;
* Fábio Faria (PSD) - 166.427 votos;
* Zenaide Maia (PR) - 134.588 votos;
* Felipe Maia (DEM) - 113.722 votos;
* Rogério Marinho (PSDB) - 81.534 votos;
* Antônio Jácome (PMN) - 71.555 votos;
* Beto Rosado (PP) - 64.445 votos.

Acima a bancada do Rio Grande do Norte, eleita em 2014 para a Câmara Federal. O que pensam ou pretendem tais parlamentares (com exceção de Fábio Faria) que não estão nem aí para a necessidade de ajudarem o governador Robinson Faria (PSD) com a liberação do socorro financeiro do Governo Federal para amenizar a situação crítica vivida pelos servidores do nosso estado? 

Os servidores tem famílias e há muitos passando sérias necessidades, inclusive fome. Vocês sabem disso, nobres deputados? 

Há cidades no RN que estão sem policiamento nas ruas, há prontos-socorros e hospitais funcionando em estado de calamidade por falta de materiais básicos e de mão-de-obra e, em meio a esse caos, o que tem feito a nossa bancada federal para que o quadro seja revertido?  

A situação dos servidores é angustiante e, como consequência, se agravam mais ainda as situações da Saúde, da Segurança Pública, e por que não dizermos do RN como um todo? 

Pessoas em situação degradante se amontoam no hospital Walfredo Gurgel, vindas de todos os recantos do estado, até agora não se tem uma medida ou um conjunto delas sendo tomadas para que venham surtir algum efeito.

Diante de todo esse caos, os parlamentares do nosso estado, sejam deputados federais ou senadores, não emitem qualquer tipo de opinião na Câmara Federal ou no Senado, para que o país tome conhecimento da situação.

Por que será que silenciam? Até mesmo aqueles que contribuíram para a eleição do governador do Robinson ficam no silêncio.

Diane da indiferença de vossas excelências, já são merecedores de uma tarja com a palavra CÚMPLICES para porem em vossas testas. 

11/12/2017

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo



Muito bem, amigos e amigas, então é Natal. O primeiro deste humilde blog e espero que seja o primeiro de muitos. Tempo de reflexão, de pensar nas coisas boas e más que fizemos, e é claro de presentear quem a gente gosta e ama. Por meio desta mensagem o Blog O Pitaco deseja a todos os leitores, visitantes e amigos do blog um Feliz Natal. Que Jesus entre na casa e nos corações de cada pessoa, e que a alegria e felicidade possam ser as palavras de ordem. 

Também desejo a todos um Feliz Ano Novo. Que 2018 venha repleto de realizações, alegrias e humildade. O ano de 2017 foi muito importante para O Pitaco. Ano que entramos no ar, começamos engatinhando como mais um simples blog dentre milhares querendo buscar seu espaço. Aos poucos, fui fazendo amigos e escrevendo ainda mais, adquirindo mais conhecimento e noção do "negócio". E agora estamos num patamar mais acima, mas ainda à muito a melhorar. Nunca devemos pensar que já aprendemos tudo. Somos com certeza Eternos Aprendizes.

Todo o reconhecimento que o blog já conseguiu adquirir se deve sem dúvida a colaboração de muitos amigos e é claro dos nossos leitores. Sem eles com certeza O Pitaco não seria nada. Quero registrar aqui meu agradecimento a todos que me ajudaram de alguma maneira a fazer deste humilde blog um grande aprendizado, uma paixão, digo até um vício para mim. Escrever é sempre um prazer, e já virou mania postar.

Que 2018 seja muito bem-vindo. Que todos possam alcançar seus objetivos traçados, e é claro serem felizes em seus caminhos. Dito isto, deixo minhas últimas palavras, que não poderiam ser outras: 

MUITO OBRIGADO!

Feliz Natal e um próspero Ano Novo.

Emerson Mikael Sales de Souza

04/12/2017

I Oficina Estadual do Programa Criança Feliz

Hoje 04/12, no Auditório da Secretaria de Estado da Educação e Cultura no Centro Administrativo, Natal/RN.
A Secretária de Assistência Social Fátima Maia e a Supervisora Técnica do Programa Criança Feliz no Município de Felipe Guerra, Simone Albuquerque participam da "I Oficina Estadual do Programa Criança Feliz" onde serão esclarecidos questões das alterações realizadas nas Portarias/MDS que dispõem sobre o financiamento das ações do PCF no âmbito do SUAS.

Sobre o Programa Criança Feliz

O Programa Criança Feliz surge como uma importante ferramenta para que famílias com crianças entre zero e seis anos ofereçam a seus pequenos instrumentos para promover seu desenvolvimento integral.

Por meio de visitas domiciliares às famílias participantes do Programa Bolsa Família, as equipes do Criança Feliz farão o acompanhamento e darão orientações importantes para fortalecer os vínculos familiares e comunitários e estimular o desenvolvimento infantil.

Os visitadores são capacitados em diversas áreas de conhecimento, como saúde, educação, serviço social, direitos humanos, cultura etc. A troca com as famílias será rica e constante. Para participar do programa, é preciso manter os dados no Cadastro Único atualizados, principalmente quando há grávidas e crianças de até três anos na família.

Para a secretária, a oficina foi muito proveitosa: “a oficina ajudou a esclarecer dúvidas sobre as alterações no programa Criança Feliz e mostrou uma visão geral de todo o financiamento das ações do PCF no âmbito do SUAS”, comentou Fátima Maia.


02/12/2017

Duas mães denunciam o racismo, mas só uma delas é levada a sério



No Brasil, a cor do meu filho é a que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam suas bolsas e que blindem seus carros.
Foi com estas palavras que a mãe de duas crianças negras denunciaram o racismo estrutural e contemporâneo numa palestra em São Paulo. Ao descrever de forma minuciosa as várias situações em que seus filhos podem ser tidos como infratores ou marginais, a atriz Taís Araújo descosturou a ferida mais hipócrita e fétida do Brasil; a clássica doença social da qual todos se envergonham, mas que encoberta por diversos panos e disfarces tenta passar por despercebida.
Aos 39 anos, a mãe de João Vicente e Maria Antônia chamou a atenção de todos que pararam para ouvir a palestra “Como criar crianças doces num país ácido”. Usando os exemplos mais íntimos que possui, seus dois filhos, alertou que nem mesmo uma família formada por dois atores globais no auge de suas carreiras está livre de passar pelos mais cruéis episódios de racismo.

Em menos de duas semanas, outra mãe denunciou um episódio de racismo explícito cometido contra sua filha, uma criança negra de apenas três anos. A atriz Giovanna Ewbank foi surpreendida por um vídeo com ofensas racistas direcionadas à sua filha, gratuitamente. E embora a revolta e a indignação sejam análogas, e embora as denúncias tenham sido feitas por atrizes globais, apenas uma delas foi levada a sério.

A mãe negra

Taís Araújo, a convite do TEDx, ilustrou sua palestra com exemplos pessoais para relembrar que não estamos livres do racismo. E mesmo aplaudida de pé por muitos daqueles que acompanharam suas poderosas palavras por vídeo, a atriz recebeu uma avalanche de comentários maldosos, ridicularizando sua fala e relativizando sua denúncia. Ao dizer que a cor de seu filho fazia com que pessoas mudassem de calçada e escondessem suas bolsas, Taís declarou que o racismo pela cor da pele é uma realidade que não escolhe condição social, sobrenome ou capacidade intelectual. Mas muita gente interpretou seu discurso como uma hipocrisia vitimista, argumentando que os filhos dela, cercados por babás, motoristas, empregados e recursos não estão sujeitos ao racismo e a discriminação. Em suma, Taís Araújo teve sua fala desmerecida, não apenas pelos comentaristas das redes sociais, mas pelo Presidente da EBC, Laerte Rimoli, e pelo Secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamin. Segundo ele, o discurso da atriz é uma “idiotice racial que prosperou”





A mãe branca

Quando um vídeo escabroso passou a circular pelas redes sociais, menos de duas semanas após a palestra de Taís, o racismo contra uma criança foi novamente tema da Internet. A pequena Titi, filha dos atores Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, foi chamada de “macaca” por uma pessoa que sequer a conhece, e que já tem histórico de agressões gratuitas a crianças famosas. Igualmente deplorável aos atos sofridos pelos filhos de Taís, as ofensas contra a menina de três anos encheram a internet e as redes sociais de apoio a seus pais, que denunciaram formalmente a autora do vídeo.

O que admira nos dois casos aparentemente semelhantes não é a ação, mas a reação. Titi e João Vicente são negros; são crianças, e filhos de figuras públicas. Ambos foram vítimas de racismo explícito, e ambos tiveram suas mães como porta-vozes das denúncias de crimes raciais. Porém, apenas um dos casos teve reconhecimento real de que o racismo é, de fato, um mal a ser tratado. Giovanna Ewbank, ao contrário de Taís, não foi chamada de vitimista ou mimizenta ao defender sua filha. Não foram criados memes ridicularizando a ela e sua cria, e nenhum secretário ou presidente de empresa de comunicação tirou um minuto de seu dia para expor nas redes o quanto ela era patética por proteger sua menina. Ao contrário: uma maré de solidariedade e apoio, reforçada maciçamente por artistas globais, apoiaram sua denúncia. O discurso de Giovanna foi reconhecido, apoiado e digno de respeito, na chamada “solidariedade seletiva”



As reações aos dois casos só fazem provar que o câncer do racismo brasileiro está longe de ser extirpado, porque a sociedade recusa o tratamento. Não há dúvidas de que as duas crianças sofreram racismo, mas apenas uma delas teve sua reclamação reconhecida. E o que explica a diferença de reações para Giovanna e Taís é, novamente, o racismo. O negro brasileiro está terminantemente proibido de anunciar que sofre racismo, e totalmente desautorizado a exigir um tratamento digno como ser humano. Quando ele aponta o ato, expõe a situação e denuncia os indivíduos, sua fala passa por um filtro da validação, e muito frequentemente é invertida em “implicância birrenta”. Quando um negro afirma que sofreu racismo, brotam da terra os fiscais do discurso legítimo para ressaltar “mas de novo essa história de racismo?”, “quem tem racismo é o próprio negro!”, “o Brasil é um país mestiço, tanto brancos, negros e morenos estão sujeitos a essa situação”.

O mesmo não ocorre quando quem denuncia o ato tem pele branca, falando em nome de um negro. A solidariedade que comoveu a internet não é pela Titi, mas porque seus pais, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, não carregam na pele a cor da “vitimização”. E exemplos semelhantes chovem aos montes. O presidente da Bayer (branco) pasmou ao saber que seu amigo havia sido dispensado de uma entrevista sob os dizeres “não entrevisto negros”. O mundo e a mídia, no entanto, só se interessaram por essa história porque quem a publicou não foi Jorge, o homem negro dispensado da entrevista, mas Theo, o homem branco que comanda a Bayer no Brasil. Se Jorge tivesse feito um desabafo sobre este episódio, seria apenas mais um negro “tentando chamar a atenção”.
O Brasil está longe de combater o racismo porque, no fundo, ele não quer admitir que o racismo existe. Admitir sua existência é reconhecer que há uma dívida a ser reparada, e que parte de sua reparação virá do compartilhamento de privilégios. Com uma ironia que só os países de racismo velado conseguem equilibrar, o problema é devolvido para o próprio negro: se ele está sentindo racismo e se está sofrendo ofensas, não é por culpa da sociedade, mas dele próprio. A mente dele é que está condicionada a só focar no que é ruim e negativo, e que por conta disso, ele é incapaz de evoluir no discurso e fica só nessa de racismo pra cá, racismo pra lá. Mas a verdade é que, como sociedade, estamos muito mais próximos da moça que ofendeu Titi do que imaginamos. Ainda que você não xingue ninguém de macaco, você desautoriza aquele que não quer mais ser xingado de macaco. A solidariedade seletiva é apenas um nome bonito para racismo sutil e adocicado que permeia toda a sociedade brasileira. Seja verbalizando que uma criança parece um animal, ou atravessando a calçada ao ver uma criança que identificamos como marginal, o golpe é único, certeiro e real: é o racismo. E nenhuma pessoa, adulto ou criança, que brade contra ele deve ser desmerecida. Só assim teremos força, humildade e espaço para combater o racista enrustido que vive ali escondido, dentro de nós.

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