31/05/2019

Polícia Federal alerta em documento que facção criminosa planeja ataques no RN


O Blog do Negreiros e o Portal no Ar trazem nesta sexta-feira, 31, um documento da Polícia Federal com um alerta ao Governo do Rio Grande do Norte para o risco de um ‘salve’ da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na próxima terça-feira, 4.

Segundo as publicações, o relatório faz o alerta para as secretarias de Segurança Pública (Sesed) e de Justiça e Cidadania (Sejuc), além das polícias Militar e Civil.

“Chegou ao conhecimento deste NIP a ocorrência de um SALVE que teria sido enviado por integrantes do Primeiro Comando da Capital do Estado do Rio Grande do Norte (PCC/RN), possivelmente, custodiados na Penitenciária de Alcaçuz, tratando sobre ações criminosas contra Agentes Penitenciários, ações dentro de unidades prisionais e ataques visando atingir a Ordem Pública do Estado”, inicia o documento.

Ainda no relatório, a PF informa que “a ordem seria ‘mandar quebrar tudo nas ruas’ a partir da meia-noite de terça” e que na quarta-feira, 5, membros da facção que atua dentro e fora dos presídios “fariam uma caminhada particular”. A ação ainda teria o apoio de dos faccionados de Pau dos Ferros, Mossoró, Umarizal, Apodi e Macaíba.

Outro alerta do relatório diz que os presos de Alcaçuz teriam “encontrado uma forma de abrir as celas utilizando pedaços de concreto como aríete”.

O Portal no Ar informou que entrou em contato com com a Sesed. A pasta informou que “até o final da manhã deve se pronunciar sobre o caso”. A Sejuc repetiu o discurso e disse que ainda não há posicionamento da secretaria.

Veja abaixo documento:


De Fato

25/05/2019

Bolsonaro não sabe governar


Durante os anos em que foi parlamentar, Jair Bolsonaro não presidiu comissão, não relatou qualquer projeto, nunca liderou grupo algum. Ele não se interessava pelas matérias que passavam por lá, concentrando-se em questões do seu nicho. Sua preocupação era apenas a defesa dos interesses da corporação dos militares e policiais. Afora isso, ofendia colegas que considerasse de esquerda e dava declarações espetaculosas para ocupar espaço no noticiário. Com esse currículo ele chegou à Presidência. Hoje, não entende nem os projetos que envia ao Congresso, como se vê diariamente nas declarações que faz.

A informação de que ele não sabe o que faz é possível notar até nos pequenos detalhes. Cercado de crianças, ontem, ele disse que elas sustentariam a aposentadoria dos adultos ali presentes. O ministro Paulo Guedes teve que lembrar que o próprio governo propôs criar um novo sistema que em tese mudaria a lógica da repartição. Mais importante do que saber se ele vai aprovar a capitalização é constatar que ele não sabe que a incluiu no projeto da reforma. O seu decreto de armas tem tantas inconstitucionalidades que contra ele se levantam desde governadores até as companhias aéreas estrangeiras. Quando perguntado sobre a reação ao projeto, Bolsonaro declarou: “se é inconstitucional tem que deixar de existir”. Ora, ele deveria ter procurado saber da constitucionalidade do seu ato antes de editá-lo. Para isso existem, ou deveriam existir, o Ministério da Justiça e a Casa Civil.

Diariamente, Bolsonaro diz algo que contraria o espírito dos projetos que seu governo defende ou contradiz o que disse. De manhã, afirma que a “classe política” é o grande problema do país, de tarde, a adula. Navega por qualquer tema com a mesma superficialidade que demonstrava no exercício dos seus mandatos de deputado. Nenhuma surpresa nisso. Por que mesmo ele seria presidente diferente do parlamentar que foi?

A direita que o defendeu, e se surpreende agora com o péssimo desempenho da sua administração, demonstra, no arrependimento, a qualidade do próprio voto. Houve opções à direita que não colocariam o país nesta brutal incerteza em que se encontra.

O fato é simples: o presidente Bolsonaro não sabe governar. É essa a razão da sua performance tão errática nestes quase cinco meses. Sua relação tumultuada com o Congresso não deriva de uma tentativa de mudar a prática da política, mas da sua falta de aptidão para qualquer tipo de diálogo. Não sabe ouvir, não entende os projetos, não tem interesse em estudá-los. Repete frases feitas, porque são mais fáceis de decorar, como: “Tirar o governo do cangote do empresário”, “empresário no Brasil é herói”. E outras monótonas repetições.

O jargão “Mais Brasil e menos Brasília” não é apenas oco. Ele tem sido negado na prática. Este governo quer decidir de Brasília qual é o método de alfabetização em cada município, e do Planalto qual é o marketing do Banco do Brasil. Não fez rigorosamente nada para descentralizar coisa alguma. Não conseguiu entender até o momento qual é a lógica da formação de preços da Petrobras. Quando ele e seu ministro da Energia, Bento Albuquerque, afirmam que os preços serão mais baixos quando o país for autossuficiente em petróleo demostram que desconhecem que a estatal segue preços internacionais. Portanto, nem se a empresa produzir toda a gasolina e diesel consumidos internamente o país estará protegido das oscilações.

O texto avalizado por ele na última sexta-feira tem uma mensagem implícita contra o Congresso e as instituições democráticas. Inclui também a afirmação de que o Brasil é um “cadáver”. Com esse sentimento confuso de oposição a tudo, o presidente e os seus convocaram uma manifestação a favor dele mesmo, Bolsonaro. Lembra o chavismo, movimento iniciado por um coronel autoritário e que governou sempre convocando manifestações a favor do seu governo e demonizando todos os que se opunham aos seus métodos e decisões. Nada mais parecido com Hugo Chávez, em seu início, do que Bolsonaro.

Como Chávez e seu sucessor Maduro, Bolsonaro quer seus seguidores nas ruas, e nas redes sociais, constrangendo os políticos, os juízes e a imprensa, para culpá-los pela própria incapacidade de governar.

 Míriam Leitão

21/05/2019

Vem aí II Arraiá da Petiscaria do Auto Posto Amorim em Felipe Guerra


O mês de Maio já passa da metade e com isso os arraiás já começam a tomar conta da cidade de Felipe Guerra.

Sob o comando do promotor de festas, Geraldo Carlos, que já se consagrou como sendo o maior promotor de festas da cidade, a Cantora Helô Fernandes e Banda Forró dos 3, Oz Piraz, Banda Forró na Mídia e Paredão do Folgadinho, vão animar a Petiscaria do Auto Posto Amorim no próximo sábado, dia 25/05, a partir das 21 horas.

O II Arraiá da Petiscaria do Auto Posto Amorim, a exemplo de outras festa já realizadas por Geraldo Carlos, será uma festa de muita alegria e paz, uma vez que nos eventos realizadas por ele, segurança é prioridade.

O evento ainda contará com uma boa estrutura de bares, banheiros e saída de emergência, tudo para garantir a comodidade, dos que irão se fazer presente.

Junte sua turma e venha você também participar do maior arraiá da cidade!!!

Confira o horário e um pouquinho de cada uma das atrações:

21 horas esquenta com o Paredão do Folgadinho;


22 horas, abrindo a festa Banda Forró na Mídia;


01 hora Banda Oz Piraz;


03 horas, com forró até amanhecer o dia, tem Helô Fernandes e Banda Forró dos 3;




17/05/2019

Bolsonaro compartilha texto que remete a pressões sofridas pelo governo.


O presidente Jair Bolsonaro enviou nesta sexta-feira, para contatos pessoais no Whatsapp , um texto de autoria desconhecida que classifica o Brasil de "ingovernável fora de conchavos" O texto, que já circulava nas redes sociais pelo menos desde segunda-feira, dia 13, remete a pressões sofridas pelo governo.

O compartilhamento foi revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e confirmado ao GLOBO pelo porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros. 

A mensagem replicada por Bolsonaro diz que o país é o "governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público". Diante deste cenário, de acordo com o texto, Bolsonaro representaria uma quebra de padrões não aceita por grandes corporações e outros atores sociais.

"Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável", afirma a mensagem.

Em outro trecho, a suposição de que não há possibilidade de que o presidente governe o Brasil sem se associar a organizações com interesses escusos é apontada como a razão para que compromissos de campanha não sejam cumpridos sem "as bençãos" de grandes corporações.

"Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto", diz o texto.

A mensagem menciona ainda o risco de o Congresso fazer modificações na medida provisória que redesenhou o número de ministérios e a estrutura administrativa do governo desde janeiro . O texto afirma que o Brasil está "disfuncional", mas que isso não é culpa de Bolsonaro porque "ele não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou".

O envio da mensagem ocorre em meio a desafios enfrentados pelo governo, como protestos contra cortes na Educação , a investigação envolvendo o filho Flávio Bolsonaro e a dificuldade de aprovar a MP que reorganiza o governo. Na semana passada, o presidente chegou a dizer que o governo iria enfrentar um "tsunami" nessa semana , mas não explicou a que se referia.

Questionado sobre o texto, Bolsonaro divulgou uma nota dizendo que "a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas".

"Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações  pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!", afirma Bolsonaro na íntegra do esclarecimento enviado à imprensa.

Leia o texto compartilhado pelo presidente:

"TEXTO APAVORANTE - LEITURA OBRIGATÓRIA

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, "sem jeito" com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal "presidencialismo de coalizão", o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.
Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos "ana(lfabe)listas políticos"?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.
Infelizmente o diagnóstico racional é claro: "Sell".

Autor desconhecido." 

O Globo

04/05/2019

Governo Bolsonaro já tem tudo que precisa para dar errado


Passados mais de 120 dias já é possível termos uma noção do rumo que o governo Bolsonaro está tomando. O bom senso nos convida a continuarmos torcendo que dê muito certo. Entretanto, a impressão que particularmente tenho é a de que o novo governo já tem tudo que precisa para dar errado. E para se chegar a essa impressão primeiro devemos lembrar como se deu o processo eleitoral que resultou na eleição do capitão da reserva Jair Messias Bolsonaro, quando além dele tivemos opções mais interessantes, tais como Ciro Gomes, Henrique Meirelles, Álvaro Dias e João Amoedo. Naquele momento decisivo para o país, infelizmente o povo brasileiro preferiu se dividir entre dois extremos. Numa ponta um militar radical, notadamente despreparado, mas que prometia resolver o grave problema da violência, combater sem trégua a corrupção e tornar o Estado mais eficiente. Na outra ponta, indicado por um ex-presidente condenado e preso por crimes de corrupção, um ex-prefeito reprovado em São Paulo-SP, que respondia a 32 processos e prometia convocar uma assembleia constituinte para elaboração de uma nova constituição. A eleição foi decidida em dois turnos, onde o militar venceu ambos com folga, enquanto o segundo colocado se esquivou de reconhecer a legitimidade do processo eleitoral e incentiva até hoje uma oposição por oposição.

Ainda na pré-campanha à Presidência da República, a grande mídia brasileira (com raríssimas exceções) revelou sua pior face, e vem mantendo-a até hoje, quando esta presta um desserviço sem precedente e que influencia negativamente a mídia internacional a respeito do Brasil, bem como a extrema maioria dos veículos de comunicação brasileiros de menor expressão.

Tão logo iniciado o novo governo, se percebeu que no Congresso Nacional a expressiva renovação não foi suficiente para mudar sua cara. Como se não bastasse a oposição por oposição, que é feita pelos parlamentares esquerdistas, os achacadores denunciados pelo então ministro da Educação Cid Gomes, em 2015, os quais formam o chamado ‘Centrão’, mantêm os mesmos vícios e ainda são maioria. Para se ter uma ideia da mediocridade daquela gente, recentemente um deles, o deputado federal Paulinho da Força (SD), foi capaz de declarar que é preciso ‘desidratar’ a proposta de reforma da Previdência para que o presidente Jair Bolsonaro não seja reeleito em 2022. E os interesses da Nação? Estão se lixando para isso.

Iniciado o novo governo, como já era esperado também se acentuou o despreparo do presidente. Além disso, dois dos filhos do Bolsonaro se tornaram verdadeiros problemas. O vereador Carlos Bolsonaro por agir como se estivesse em uma monarquia e promover constantes ataques a pilares do próprio governo, e o senador Flávio Bolsonaro que precisa explicar melhor sua relação com seu motorista e ex-assessor Fabrício Queiróz – que movimentou valores financeiros incompatíveis com sua renda declarada -, bem como seu notório envolvimento com milícias do Rio de Janeiro. Os casos envolvendo Flávio são situações que, inegavelmente, colocam em cheque a reputação da família Bolsonaro, ferindo a moral que o presidente precisa ter para enquadrar o Congresso Nacional e finalmente promover a nova política prometida.

Para piorar ainda mais a situação, dos arredores do Palácio do Planalto, em Brasília, até os mais distantes rincões do país, mantém-se um povo radicalmente dividido e uma oposição irredutível, pois querem de volta o poder, de forma que não há clima para que se estabeleça o ambiente de paz que o governo Bolsonaro precisa para dar certo.

E é bem verdade que, o presidente da República, por sua vez, não se ajuda e mantém seu comportamento radical de quando enfrentava o PT, no processo eleitoral. Sua equipe administrativa, ainda desalinhada, não consegue avançar com sua agenda reformista e, o que é pior, sem medir as consequências no campo político, adota medidas impopulares, com pouca transparência, em áreas importantíssimas como a educação de nível superior.

Enfim o governo ainda não se conectou com os problemas do país e seus agentes seguem como se em um laboratório fizessem experiências em busca de curas sem de fato conhecerem as “doenças”.

Tudo me faz perceber que no presidente falta não só preparo, mas também humildade. É fato que ele conhece um caminho para chegar ao poder, mas não deveria ignorar como tem ignorado o modus operandi utilizado por um dos seus antecessores, o ex-presidente Lula que, embora analfabeto, governou o país por 8 anos produzindo resultados que lhe renderam índice de aprovação superior a 80% e lhe permitiu fazer uma sucessora sem dificuldade. Com isso não quero dizer que Bolsonaro deveria aderir ao populismo irresponsável o qual o PT adotou quando esteve à frente dos rumos do país. Entendo que, se o objetivo é o bem comum, dentro de um campo de equilíbrio o atual presidente pode e deve reaproveitar ideias que já deram certo, sem se preocupar que isso possa reavivar politicamente seus adversários. Até porque, para o gestor público que verdadeiramente quer mudar para melhor o rumo de um país, de um estado ou de um município, ao longo de todo o governo os únicos tidos como adversários devem ser os problemas.

Erinaldo Silva Jornalista do RN 360
Foto: Divulgação

Time de Campo Grande Avança de Fase no Sub 20 da LDM


O time sub-20 que representa Campo Grande no campeonato da categoria, promovido pela LDM, venceu hoje pela manhã a equipe do EIFA.

A partida foi jogada no Estádio Nogueirão em Mossoró, a vitoria deu ao time Campo-Grandense, a classificação para as oitavas-de-final da competição. Neste fase terá como adversário o Potiguar de Mossoró. A vitoria, foi a primeira em 4 jogos realizados, sendo bastante  comemorada, pois trouxe como prêmio o improvável avanço a segunda fase do certame.

É importante mencionar a luta de Bukeirão Rocha, que diante de um cenário totalmente adverso colocou o time tanto no sub-20, quanto no sub-17.

Sem campo de 11, desde janeiro de 2003, cidade estava ausente de competições de futebol de 11.

Um projeto social na área do esporte que não tem recursos, mas teve a ousadia de ariscar, e também a humildade de buscar ajuda junto prefeitura, que liberou o campo do futuro Estádio Alcimar Pereira Brito para os treinos, teve ainda a coragem de realizar sorteios para arrecadar a gratificação  ao motorista do ônibus cedido pela prefeitura local.


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